Arquivo mensal: outubro 2012

Uma epidemia de traduções?

Rene Magritte. "Les Compagnons de la Peur", 1942.

Rene Magritte. “Les Compagnons de la Peur”, 1942.

Por Jeanne Marie Gagnebin 

Quando Walter Benjamin se matou, com 48 anos, em setembro de 1940, fugindo da polícia francesa do governo de Vichy e barrado pela polícia espanhola na fronteira entre os dois países, ele vivia exilado e desempregado em Paris. Nunca tinha conseguido vaga na universidade, vivia como  crítico literário, com um pequeno auxílio do Instituto de Pesquisa Social, embrião da escola de Frankfurt. Havia publicado poucos livros, alguns artigos, várias resenhas, mas encontrava cada vez menos oportunidades de publicações em razão de sua origem judia-alemã. Era conhecido por poucos amigos, em sua maioria escritores exilados que fugiram do nazismo: Brecht, Adorno, Scholem, em Paris também Bataille, Klossovski.

Quando, em compensação, ele “cai” no domínio público setenta anos mais tarde, sua fama não tinha cessado de crescer. Por mais justificado que seja, tal fenômeno deve nos deixar desconfiados. Teria Benjamin se transformado em mais um “bem cultural”, um Kulturgut, isto é uma mercadoria cultural cujo valor de fetiche ele não se cansou em denunciar? Muitíssimo citado, geralmente de maneira fragmentária,  Benjamin é agora objeto de uma onda de traduções que arrisca transformar-se, no Brasil, numa verdadeira epidemia. Cabe, portanto, perguntar se essas diversas traduções ajudam a um conhecimento mais preciso do pensamento  do autor, em particular de suas reflexões sobre as transformações da percepção e das práticas estéticas na modernidade, ou se não assinalariam muito mais uma tendência mercadológica glamour com a qual se confunde, tantas vezes, a ideia de cultura viva.

O primeiro texto de Benjamin traduzido no Brasil foi “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”, em 1968 por C. N. Coutinho, em 1969 por José L. Grünewald, versão que consta até hoje do volume dos Pensadores da Editora Abril.  Depois vieram os trabalhos pioneiros de S. P. Rouanet que verteu A origem do drama barroco alemão em 1984 e o primeiro volume das Obras escolhidas em 1985, ambos pela Editora Brasiliense. Curiosamente, as publicações atuais parecem seguir uma lei de repetição com variações.  Deve-se saudar a iniciativa da nova equipe da Brasiliense de publicar uma edição revisada por Márcio Seligmann-Silva do primeiro volume de Benjamin; e pode-se também ressaltar a publicação de outra tradução do ensaio de Benjamin sobre o Trauerspiel, termo que Rouanet verte por “drama barroco”, e João Barrento, o renomado tradutor português, por “drama trágico”, pela Editora Autêntica (2011) (nenhum desses termos consegue dizer o composto de luto (Trauer) e de jogo (Spiel) do teatro barroco, para o qual Haroldo de Campos propunha o composto “luti-lúdio”).

Quanto ao texto sobre “A obra de arte…”, a situação se complica. O texto introduz algumas hipóteses essenciais para uma teoria estética da arte contemporânea, isto é, segundo Benjamin, marcada pela “reprodutibilidade técnica”, central na fotografia e no cinema, reprodutibilidade que abole progressivamente a ‘aura’ de unicidade e de autenticidade da obra de arte. O ensaio tenta desenvolver as possibilidades progressistas do filme e da imagem reproduzida em vez de lamentar sua integração à indústria  do cinema como mero entretenimento.

Existem hoje quatro versões diferentes  nas Gesammelte Werke (Obras reúnidas, Ed. Suhrkamp): três em alemão, uma em francês. A única publicada durante a vida de Benjamin foi a versão francesa, traduzida por ele  e por Klossovski a partir de duas versões em alemão escritas em fins de 1935 e inícios de 1936. A primeira foi traduzida por Rouanet na Brasiliense, a segunda foi tida por desaparecida. A versão francesa foi publicada em 1936 na Zeitschrift für Sozialforschung (isto é, a Revista para pesquisa social, órgão do Instituto do mesmo nome, dirigido a partir dos Estados Unidos por Max Horkheimer e por Adorno), revista publicada em Paris, já que tinha sido proibida na Alemanha. Ora, a versão francesa sofreu inúmeros cortes ou, dito de maneira mais clara, foi censurada, sem a concordância de Benjamin, pelo editor em Paris, Max Brill, e com a anuência de Horkheimer. Benjamin só tinha concordado com algumas modificações em razão da prudência política do Instituto, mas queria marcar claramente uma posição materialista e progressista que foi diluída. Ao reler a carta de 14 de março de 1936 de Benjamin a Horkheimer, na qual manifesta sua indignação sobre a “deslealdade” de Brill, e as cartas tanto de Horkheimer quanto de Adorno de 18 de março do mesmo ano, agora disponíveis no livro editado pela Editora Contraponto, torna-se manifesto o conflito entre Benjamin e seus interlocutores. Ademais, quando se lê a longa carta de Adorno, que assina  “seu velho amigo”, e, em seguida, a carta de 21 de março do mesmo a Horkheimer, na qual Adorno elogia certas concepções de Benjamin, mas também afirma sua falta de dialética, seu “masoquismo”, sua “concepção romântica e professoral sobre a técnica”, fica patente o quanto Adorno – que se preparava para emigrar aos Estados Unidos  – está preso num jogo de poder entre o “patrão” (Horkheimer) e o “bolsista” (Benjamin) do Instituto, ao qual  pretendia integrar-se em breve.

Essa situação muito difícil, para dizer o mínimo, levou certamente Benjamin a escrever em 1938/1939 uma última versão, publicada no Brasil em 1968 e 1969 e, agora, retraduzida com cuidado por Marijane Lisboa (no volume da editora Contraponto, Benjamin e a obra de arte, a sair), versão que ele achava mais congruente com seus verdadeiros propósitos, a saber explorar as possibilidades técnicas e artísticas do filme e da montagem fotográfica em favor de uma política de esquerda, claramente socialista. Ele tentou, em vão, publicá-la em alemão ou em inglês (essa impossibilidade também foi fruto da recusa de Horkheimer, documentada no mesmo volume, de colocar Benjamin em contato com o pesquisador em cinema Jay Leyda, de Nova Iorque).

Recentemente, a segunda versão em alemão, tida por desaparecida, foi encontrada no Arquivo Horkheimer em Frankfurt. Ela não foi publicada no primeiro volume das Gesammelete Werke, de 1974, que contém os três textos anteriores, mas somente quinze anos mais tarde, em 1989, num volume de Suplementos. Inédita no Brasil, acaba de ser traduzida por Francisco De Ambrosis Pinheiro Machado, na Editora Zouk, um trabalho preciso com excelentes notas históricas e conceituais do tradutor. Anuncia-se ainda outra tradução do mesmo texto (!) na editora L&PM por Gabriel Valladão Silva.

A história  da redação e da recepção do texto foi reconstruída com muita cautela por Detlev Schöttker em  livro de 2007, no qual publica não só a última versão “definitiva” de Benjamin, como também uma vasta documentação (entre outras, as cartas já citadas), esclarecimentos do texto, uma reconstrução da sua recepção, uma excelente bibliografia e uma filmografia composta pelos filmes citados por Benjamin. No volume da Editora Contraponto, organizado por Tadeu Capistrano, faltam a bibliografia (embora citada no corpo dos comentários!) e a filmografia. E isso sem justificativa nem menção dessa falta – pelo menos no exemplar do “boneco” que me foi entregue. Em compensação, o organizador publica dois artigos de Susan Buck-Morss e Miriam Hansen, respetivamente de 1992 e 1987. Sem dúvida interessantes, os artigos, no entanto, não combinam com o trabalho de Schöttker, cuja reconstrução aponta muito mais para a discussão entre Benjamin e o Instituto de Pesquisa social. Ademais, nenhum desses artigos cita a segunda versão encontrada em 1989  (que Hansen nem podia conhecer, portanto). Pergunta-se por que o organizador colocou no mesmo livro textos tão diversos e retirou, sem advertir o leitor, informações preciosas fornecidas por Schöttker.

Por fim, gostaria de insistir na importância da segunda versão. Ela aponta para uma nova teoria da mímesis, isto é, da “representação artística” e do jogo ou da brincadeira (Spiel) nas artes. Trata-se de tentar pensar as possibilidades, liberadas pela perda da aura e pelas novas técnicas, de novas práticas estéticas: “ordenações experimentais”. Versuchsanordnungen, um termo usado tanto nos textos  sobre o teatro épico de Brecht quanto nos ensaios sobre brincadeiras infantis e no ensaio sobre Kafka (a  revisão do primeiro volume da Brasiliense continua traduzindo o termo por “experiências”, o que presta à confusão). Essas novas práticas artísticas e interativas (por exemplo, no Brasil, Oiticica ou Lígia Clark) deveriam permitir a invenção de um “espaço de jogo” (Spielraum) que Benjamin esperava ser possível, não só no domínio da estética, mas também no da política. É dessa relação entre estética e política que se trata para quem quiser ler Benjamin sem transformá-lo em mais um fetiche cultural.

Jeanne Marie Gagnebin é professora titular do Departamento de Filosofia da PUCSP.

(Texto publicado originalmente no “Caderno Ilustríssima”, Folha de São Paulo, 7 de outubro de 2012.)   

Anúncios

Seleção para o Mestrado e Doutorado em Filosofia PUCSP – 2013/1

EDITAL PARA O PROCESSO SELETIVO 1/2013
Coordenador: Prof. Dr. Edélcio Gonçalves de Souza
Vice-Coordenador: Marcelo Perine

Estarão abertas, no período de 01/10/2012 a 30/10/2012, as inscrições para o processo seletivo destinado ao Mestrado e Doutorado na PUC-SP.

A inscrição de candidatos aos cursos de Mestrado e Doutorado será aberta aos portadores de diplomas de cursos de Graduação ou títulos de Mestre, ambos reconhecidos pelo MEC, observadas as normas e exigências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e as exigências prescritas no Regimento do Setor de Pós-Graduação.

 

1. CORPO DOCENTE E ESTRUTURA CURRICULAR

 A estrutura curricular e o corpo docente dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu estão disponíveis na página da internet <http://www.pucsp.br/pos>

 

2. FICHA DE INSCRIÇÃO

A ficha de inscrição somente será obtida por meio do endereço eletrônico.
Para o preenchimento da ficha de inscrição o candidato deverá no período de 01 a 30 de outubro de 2012:

• Acessar http://si2.pucsp.br;
• Clicar em login e em usuário: digitar inscricaopos (escrito em minúsculo);
• Preencher a senha com: 012013;
• Seguir as instruções para o preenchimento e impressão da ficha.

Observações:

1. O candidato deverá obedecer aos prazos estabelecidos neste Edital.
2. Somente o pagamento da taxa NÃO configura a efetivação da inscrição. É necessário anexar os documentos solicitados neste Edital e encaminha-los à Secretaria Acadêmica da Pós-Graduação.
3. As informações prestadas na ficha de inscrição serão de inteira responsabilidade do candidato, dispondo a Instituição do direito de excluir do processo seletivo aquele que não preencher o formulário de forma completa e correta e/ou fornecer dados comprovadamente inverídicos.
4. O candidato(a) que tenha qualquer tipo de necessidade especial deverá informar no campo específico da ficha de inscrição.

 

3. DO CANDIDATO ESTRANGEIRO

 O candidato estrangeiro deverá, obrigatoriamente, ter o “visto de estudante” (visto IV). Não serão aceitos candidatos com “visto de turista”.
 Caso seja aprovado no processo de seleção, o candidato deverá, obrigatoriamente, apresentar no ato da matricula acadêmica, o Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) ou protocolo emitido pela Polícia Federal, que deverá ser renovável até a finalização do curso.
 O diploma de Graduação obtido no exterior terá que ter sido revalidado, segundo a legislação vigente.
 O diploma de Mestre, obtido no exterior, somente poderá ser aceito com a autenticação feita pela Embaixada Brasileira, no País de origem e com o devido reconhecimento oficial.
 O candidato estrangeiro, além de cumprir os demais itens do processo de seleção e admissão, deve demonstrar suficiência em língua portuguesa e deverá apresentar o certificado do CELP-BRAS http://portal.mec.gov.br. Inicialmente será aceito o protocolo de inscrição no exame, para posterior apresentação do resultado.
 A seleção será efetuada de forma idêntica à dos candidatos brasileiros, ressalvados os casos de convênios e acordos internacionais.
 Em qualquer outra situação não contemplada nos itens anteriores, deverá ser consultada a Consultoria de Assessoria Técnica e Jurídica da PUCSP.

4. TAXA DE INSCRIÇÃO

 Valor de R$ 280,00 (Duzentos e oitenta reais).
(O Boleto será impresso somente após o preenchimento da ficha)
 O comprovante de pagamento deverá ser apresentado no ato da Inscrição.
 Não haverá devolução da taxa de inscrição.

Nota: Os ex-alunos que concluíram Graduação, Especialização ou Mestrado na PUC-SP estão isentos da taxa de inscrição. Para certificação da isenção pela Secretaria Acadêmica, é necessário que o(a) candidato(a) apresente cópia do certificado/diploma de conclusão juntamente com a documentação relacionada nos itens 5.1. e 6.1.

5. MESTRADO – 20 VAGAS

5.1. DOCUMENTAÇÃO
(FAVOR ENTREGAR NA ORDEM ELENCADA)

A documentação para inscrição no processo seletivo deverá, obrigatoriamente, conter:

 Ficha de inscrição (impressa e assinada)
 Comprovante de pagamento da taxa de inscrição
 1 foto 3×4 recente e previamente colada na ficha de inscrição
 (*) Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF)
 (*) Cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento
 (*) Cópia da Cédula de Identidade (RG)
 (*) Cópia do Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) – Candidato Estrangeiro (vide item 3 deste edital)
 (*) Cópia do Diploma de Graduação registrado pelo MEC, quando expedido por Instituição brasileira, ou reconhecido legalmente por Instituição brasileira, quando expedido por Instituição estrangeira. Na falta do diploma de graduação, a inscrição pode ser feita com cópia do Certificado de Colação de Grau acompanhada do atestado de reconhecimento do curso pelo MEC
 (*) Cópia do Histórico Escolar da Graduação
 02 vias do Projeto de Estudo http://www.pucsp.br/pos/filosofia)
 Declaração expondo as razões de escolha deste curso de Pós-Graduação e área de pesquisa. (máximo de 25 linhas).
 Os candidatos deverão, no ato da inscrição, optar por Inglês, Francês, Italiano ou Alemão para o exame de Língua Estrangeira.
 (*) Cópia de Comprovante de Residência

(*) As Cópias deverão ser autenticadas ou cópias simples sendo, neste caso, obrigatória a apresentação dos originais para confrontação, no momento da inscrição.

5.2. DA INSCRIÇÃO

1. Carteira de Habilitação não substituirá CPF e RG.
2. Perderá o direito à vaga o candidato que:
• Não entregar todos os documentos exigidos neste Edital
• Não participar do processo seletivo, de acordo com as datas estabelecidas no Edital.
3. A documentação exigida poderá ser entregue pessoalmente na Secretaria Acadêmica da Pós-Graduação ou enviada pelo Correio (via-sedex).
4. Não serão aceitas inscrições após o dia 30 de outubro. No caso de envio da documentação pelo Correio, considerar-se-á a data de postagem.
5. Endereço para envio da documentação via correio:
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Secretaria Acadêmica da Pós-Graduação – INSCRIÇÃO (Programa de Estudos Pós-Graduados em Filosofia)
Rua Ministro de Godoy, 969- 4o andar – sala 4B-03
Cep. 05015-001 – São Paulo –SP

5.3. PROCESSO DE SELEÇÃO

5.3.1 Análise da documentação apresentada
5.3.2 Dia: 05/11 às 14h – Exame de Língua Estrangeira e Dissertação em Filosofia
5.3.3 O Exame de Língua Estrangeira não é eliminatório, facultativo o uso de dicionário.
5.3.4 Dias: 12 e 13/11 das 9h às 15h– Entrevistas (deverão ser agendadas no período de inscrição com Gisele).
5.3.5 Divulgação das salas do exame / entrevista – serão publicadas próximas as datas.

 

5.4. BIBLIOGRAFIA PARA A PROVA ESCRITA

• A bibliografia (http://www.pucsp.br/pos/filosofia) é apenas indicativa das áreas filosóficas a serem estudadas para o exame. Serve de amostragem aos candidatos, mas não será retirado, necessariamente dela, o tema dissertativo. Não será solicitado o conhecimento dos filósofos apontados, mas uma redação que indique o conhecimento do candidato a respeito do tema proposto, sua articulação na exposição e na língua portuguesa.

 

6. DOUTORADO – 10 VAGAS

6.1. DOCUMENTAÇÃO
(FAVOR ENTREGAR NA ORDEM ELENCADA)

A documentação para inscrição no processo seletivo deverá, obrigatoriamente, conter:

 Ficha de inscrição (impressa e assinada)
 Comprovante de pagamento da taxa de inscrição
 1 foto 3×4 recente e previamente colada na ficha de inscrição
 (*) Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF)
 (*) Cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento
 (*) Cópia da Cédula de Identidade (RG)
 (*) Cópia do Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) – Candidato Estrangeiro (vide item 3 deste edital)
 (*) Cópia do Diploma de Graduação registrado pelo MEC, quando expedido por Instituição brasileira, ou reconhecido legalmente por Instituição brasileira, quando expedido por Instituição estrangeira.
 (*) Cópia do Histórico Escolar da Graduação
 (*) Cópia do Diploma do Mestrado expedido por Programa reconhecido pela CAPES ou Ata de Defesa de Dissertação de Mestrado, acompanhada do certificado de Reconhecimento do Curso pelo MEC/CAPES. Se o candidato entregar cópia da ata de defesa da dissertação de Mestrado, deverá apresentar até 01 (um) ano, após a matrícula inicial, a cópia do diploma de mestre, sob pena de cancelamento retroativo da matrícula
 (*) Cópia do Histórico Escolar do Mestrado
 03 (três) vias do Projeto de Pesquisa (http://www.pucsp.br/pos/filosofia).
 Declaração expondo as razões de escolha deste curso de Pós-Graduação e da área de pesquisa (máximo de 25 linhas).
 Declaração com aprovação no exame de proficiência em língua estrangeira realizada no mestrado (caso não conste no Histórico Escolar). A língua escolhida para exame no doutorado deve ser necessariamente diferente do mestrado.
 Curriculum Vitae.
 (*) Cópia de Comprovante de Residência

(*) As Cópias deverão ser autenticadas ou cópias simples sendo, neste caso, obrigatória a apresentação dos originais para confrontação, no momento da inscrição.

 

6.2. DA INSCRIÇÃO

1. Carteira de Habilitação não substituirá CPF e RG.
2. Perderá o direito à vaga o candidato que:
• Não entregar todos os documentos exigidos neste Edital
• Não participar do processo seletivo, de acordo com as datas estabelecidas no Edital.
3. A documentação exigida poderá ser entregue pessoalmente na Secretaria Acadêmica da Pós-Graduação ou enviada pelo Correio (via-sedex).
4. Não serão aceitas inscrições após o dia 30 de outubro. No caso de envio da documentação pelo Correio, considerar-se-á a data de postagem.
5. Endereço para envio da documentação via correio:
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Secretaria Acadêmica da Pós-Graduação – INSCRIÇÃO (Programa de Estudos Pós-Graduados em Filosofia)
Rua Ministro de Godoy, 969- 4o andar – sala 4B-03.
Cep. 05015-001 – São Paulo –SP

6.3. PROCESSO DE SELEÇÃO – DOUTORADO

6.3.1 Análise da documentação apresentada;
6.3.2 Dia: 05/11. O Exame de Língua Estrangeira e prova escrita (redação sobre um dos temas indicados);
6.3.3 Exame de Língua Estrangeira é eliminatória, o uso de dicionário é facultativo;
6.3.4 Dia: 14/11 das 9h às 13h – Entrevistas: (deverão ser agendadas no período de inscrição com Gisele);
6.3.5 Entrevista com o Orientador – será agendada individualmente.

6.4. BIBLIOGRAFIA

 (http://www.pucsp.br/pos/filosofia)

 

7. RESULTADO DA SELEÇÃO:

• 26 de novembro de 2012.

8. CANDIDATOS REPROVADOS

• Data para retirada de documentos dos candidatos reprovados: de 26/11/2012 à 26/02/2013 com a funcionária do Programa das 9h às 18h. Após esta data os mesmos serão eliminados.

9. MATRÍCULA ACADÊMICA – De 03 a 07 de dezembro de 2012.

 O candidato classificado que não efetuar a matricula acadêmica no período abaixo estipulado e não assinar o Contrato de Prestação de Serviço Educacional da Instituição perderá o direito à vaga.
 A matrícula nos Programas de Pós-Graduação será semestral e o pagamento dar-se-á através de mensalidades.
 O valor da mensalidade estará vinculado ao Programa escolhido e independente da quantidade de créditos a serem cursados. Os valores serão reajustados, conforme determinações legais vigentes.
 O aluno estará regularmente matriculado após a confirmação do pagamento da sua matrícula pelo setor financeiro da Universidade.
 Nos Termos do Artigo 5º, da Lei 9.870/99, não será aceita Matrícula de Candidato que mantém débito junto à Universidade.

9.1. DATA DA MATRÍCULA:
• Dias: 03 à 07/12, das 09h às 12h e das 13h30 às 17h30

9.2. LOCAL
• Local: Rua Ministro de Godoy, 969 – Perdizes – SP – 4º andar – sala 4E-16.

10. VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO

 O processo seletivo, objeto do presente Edital, será valido somente para o ingresso no Mestrado ou Doutorado que terá início no primeiro semestre de 2013.

 

11. INFORMAÇÃO

• Dúvidas relacionadas à documentação e informação específica deste Edital: posfil@pucsp.br.

 

São Paulo, 01 de outubro de 2012.

 

Prof. Dr. Edélcio Gonçalves de Souza
Coordenador do Programa de Estudos Pós-Graduados em
Filosofia